domingo, 21 de março de 2010

Ciclo!

Menti novamente. Disse que havia terminado. Conversei comigo e expliquei toda a situação. Eu falei para mim que não existem possibilidades, e mesmo assim, pareço não querer me entender. Estremeci com a minha leitura. Pensei que já havia compreendido tudo e me vi sem forças diante dos bons momentos nos quais eu estava longe. Tentei me acalmar para recomeçar esse interminável diálogo. Nunca antes estive tão surda para as minhas próprias conversas.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Descrição!

Não chego perto. Não sou tão eficaz como eles na compreensão da intensidade. O que é demasiado me deixa sem palavras e assim, nada surge da minha vivência. O que eu escrevo é tudo invenção. Pois, o que realmente vivo eu nunca sei explicar. Ontem foi sutil, delicado. Mas, não posso descrever o que significa me sentir tão próxima da decepção. Vontade de dizer que esse ano está sem cor. Tão estranho quanto quando eu deixei absolutamente tudo o que me importava para viver em um novo lugar. Achei que eu tinha conquistado toda a importância novamente. Conquistei nada e ninguém.

sábado, 6 de março de 2010

Final!

Esta não é a solução. Esse isolamento está me deixando meio maluca. Imagina quem vive assim todos os dias. Não consigo nem aceitar. Pensei no que os outros estão fazendo enquanto estou aqui. Desejei uma experiência como nos filmes, um remédio que eu pudesse comprar e que me fizesse esquecer. Então essa é a forma de evitar o meu sofrimento? Está sendo tão eficaz quanto eu escrever para me sentir menos aflita.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Indefinido!

Enquanto eu ainda espero vejo que não aprendi nada. Acho que eu iria sentar, dizer as coisas que invento e tudo continuaria da mesma forma. As situações estão um pouco pesadas. E quando a solução é modificar o passado, não há nem como tentar. Vou partir é sozinha mesmo. Se sempre foi assim por que tanta aflição? Que vontade de terminar isso logo, isso e mais um tanto de outros issos que tanto estão me incomodando. Esse feitiço é uma maluquice mesmo. Para quem reclamava de não vivê-lo eu até que estou indo bem. Se eu acreditasse em alguma coisa esse seria o momento ideal de pedir. Enquanto isso vou me divertindo como ontem, com chuva e comigo.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Vivência!

Hoje reli coisas antigas e sempre fico na dúvida se gosto ou não. Algumas coisas eu percebo que sim e outras nem um pouco. Mudar é fundamental. Nesses dias de cansaço estou nem conseguindo pensar. Se fecho os olhos, não reflito mais aonde eu quero estar daqui uns dias, eu só tenho mesmo é visto jornais micro filmados na minha mente. Pelo menos eles trazem coisas que me acalmam um pouco. Acho bonito ver as pessoas demonstrando a tristeza sentida, sem nenhuma vergonha de parecer fragilidade. Mais lindo ainda eu penso que é ficar à toa, na beira da praia, de preferência bem longe, tomando cerveja e curtindo os amigos. Saudades da vida maciota!!!

sábado, 7 de novembro de 2009

Tentativas!

Por mais que esteja sendo complicado entender essa repentina intensidade eu não posso desconsiderar os benefícios disso tudo. Sou sensível e forte e gosto dessa sensibilidade meio louca. Estou aprendendo o que nos é ensinado aos 15. Mas, não me importa entender só agora o que sempre me contaram, com alguma ironia, pela minha incompreensão. Meus amigos, nessas horas, atrapalharam tudo, me mergulharam ainda mais nas dificuldades que tenho. Cada ser realmente tem seu próprio relógio, seu próprio passo, seu dia especial. E, desde então, em todo brinde que faço (e olha que são muitos!) eu penso que estou comemorando as sensações que estou vivendo agora.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Retorno!

Tenho tido sorte, um pouco de loucura e muito afeto ao meu redor. Tenho muito que agradecer, só não sei a quem, afinal não acredito mais em nada ou talvez um pouco em alguma energia forte ou em algo que ainda não sei. Estou bem, às vezes penso que estou no meu melhor momento, mas, pensando um tiquinho mais, percebo que são coisas incomparáveis, pois são diferentes. Às vezes acho até que eu consigo escrever novamente, mas seria delirar demais, uma boa parte já se foi e não há como recuperar. Estou até um pouco confusa, pois a minha realidade não é tão amarga, sou meio dramática, não sei até quando aguento essa normalidade.